domingo, 17 de abril de 2011

HISTÓRIA DOS TIJOLOS

HISTÓRIA DOS TIJOLOS

  • O tijolo (do espanhol tejuelo, diminutivo de tejo - caco de telha) é um produto cerâmico, avermelhado, geralmente em forma de paralelepípedo e amplamente usado na construção civil, artesanal ou industrial. É um dos principais materiais de construção. O tijolo tradicional é fabricado com argila e de cor avermelhada devido cozimento e pode ser maciço ou furado.
  • Os vestígios mais antigos de tijolos datam de 7500 a.C.; foram encontrados em Çayönü, no sudeste da Anatólia, na Turquia. Em descobertas mais recentes, foram encontrados tijolos de 7000 e 6395 a.C., em Jericó e em Çatalhüyük, respectivamente. A partir de dados recolhidos nestas e outras descobertas arqueológicas, foi concluído que os tijolos cozidos (em detrimento dos tijolos secos ao sol - adobe) foram inventados no terceiro milénio antes do nascimento de Cristo, no Médio Oriente. Os tijolos foram uma inovação tecnológica importante, pois permitiram erguer edifício resistentes à temperatura e à humidade, numa altura em que o Homem deixou de ser nómade, passando a ter a necessidade de possuir construções resistentes e duráveis. Por volta do ano de 1200 a.C., o fabrico de tijolos generalizou-se na Europa e na Ásia.
  • Na região dos rios Tigre e Eufrates, os tijolos começaram a ser utilizados há mais de cinco mil anos. Isto deve-se sobretudo à grande escassez de rocha e madeira nessa região, o que fez com que as populações aderissem a outros materiais construtivos, como por exemplo o tijolo. Também na Suméria o material de eleição foi o tijolo; tinham uma forma arredondada e não eram unidos com argamassa, nem com cimento. Para tornar os edifícios mais seguros e resistentes os espaços vazios eram preenchidos com betume, palha e ervas.
    Também no Antigo Egipto e na civilização do Vale do Indo o tijolo era um material muito utilizado. Esse facto pode ser observado nas ruínas de Buhen, Mohenjo-daro e Harappa, por exemplo. As dimensões dos tijolos encontrados tinham uma razão de 4:2:1; estas são as dimensões ideais para este tipo de elemento construtivo.
    Os romanos adotaram também o tijolo e desenvolveram um novo tipo - tijolo romano. Este foi um dos principais elementos de construção dos edifícios do Império. Tinham uma forma um pouco fora do habitual, pois eram bastante compridos (6:2:1). Frank Lloyd Wright, arquitecto americano do século XX, utilizou este tipo de tijolo em muitas das suas obras


  •                                                                                                                                                    
    No século XII, os tijolos produzidos no norte de Itália foram levados para a Alemanha, onde se adquiriram um importante papel na arquitectura. O chamado Gótico Báltico foi uma variação do estilo gótico onde o tijolo era o principal elemento construtivo. Teve um grande impacto nos países nórdicos devido à falta de pedra. Podem-se encontrar exemplos destes edifícios na Dinamarca, Alemanha, Polónia ou Rússia. 
  • Durante o Renascimento e o Barroco, as paredes de alvenaria de tijolo não eram apreciadas. Porém, não foi razão para se deixar de utilizar este material; as paredes eram revestidas a gesso, no interior e exterior do edifício, de maneira a que não se percebesse a natureza do material utilizado. Já no século XVIII, as paredes de tijolo voltaram a ser aceites esteticamente.
    A Revolução Industrial trouxe a produção em massa de tijolos. As pequenas oficinas que produziam tijolos desapareceram para dar lugar a grandes fábricas, com fornos enormes, que tornavam a produção de tijolos mais rápida e barata. O uso do tijolo foi generalizado; por toda a Europa apareciam novas fábricas que precisavam de ser erguidas e a indústria dos tijolos expandiu-se largamente.
    No século XX, no pré guerra, o tijolo foi posto de parte, passando o aço e o betão a serem os elementos construtivos de eleição. Hoje me dia, a utilização de tijolos está cada vez mais em desuso, mas não abandonada; passou a ter uma função meramente decorativa, em detrimento da função estrutural de outrora.
    FABRICAÇÃO
    Os tijolos podem ser fabricados ou feitos a partir de argila, argila xistosa, silicato de cálcio ou cimento;a argila é a matéria mais comum. Em 2007, foi inventada uma nova forma de fazer tijolos tendo como base cinzas volantes.[1]
    Depois da argila ser extraída, normalmente do fundo de um rio próximo ao local de fabricação, esta passa por uma fase de apodrecimento ou purificação; nesta fase, o objectivo é livrar a argila de impurezas e substâncias estranhas.
    Logo após, a argila é preparada, amassada com água e triturada em uma maquina conhecida como picador, ou, ainda, é amassada e aglutinada por tração animal.
    Segue a argila por uma esteira ou transportada por tração animal/humana a fase de modelação, em que a argila é moldada em paralelepípedos, através de cilindros e ferramentas de corte.
    Depois da argila ser moldada, ela é posta para secar no sol por um período de 1 a 2 dias, e, para finalizar, os blocos de argila são cozidos em fornos que usam como combustivel lenha, pó de serragem, lixo corporativo, lixo de gráficas, tendo seu tempo médio de cosimento em torno de 3 dias.
    Após o cosimento, os tijolos são postos para secar por ação do tempo ou por ventiladores industriais e, logo após, lançados ao comércio e uso.
    TIPOS DE TIJOLO
    Segundo o formato, os tijolos estão divididos nas seguintes tipologias:
    • Maciço: tipo de tijolo sem espaços vazios.
    • Burro: tipo de tijolo maciço com dimensões:0,23 x 0,11 x 0,07 m, o que lhe permite ser disposto de várias formas, dando origem a vários tipos de aparelhos.
    • Manual ou tosco: é moldado manualmente.
    • Furado ou Oco: é atravessado interiormente por canais longitudinais ou transversais.
    Segundo argila utilizada , os tijolos estão divididos nas seguintes tipologias:
    • Holandês: tipo de tijolo que tem aspecto vidrado.
    • Flutuante: feito com magnésio poroso e sílica, é menos denso que a água, logo flutua.
    • Refratário: feito com material refratário, que o torna resistente ao calor.
    • De vidro: feito com duas camadas de vidro e ar entre elas.
    Nas olarias brasileiras, os tipos mais comuns de fabricação de tijolos são os tijolos com furos, podendo variar de 4, 6, 8 furos ou mais furos, ou ainda, usando o tijolo sem furos, conhecido popularmente como tijolinho ou tijolo maciço. Estes tijolos sao usados para preenchimento de paredes, para preencimento de lages e como blocos estruturais (para construção de casas sem vigas e colunas. Existem variações de blocos estruturais que permitem construção de predios de até quatro andares sem colunas.
    Também nas olarias brasileiras, os tijolos são classificados por sua cor, sendo os mais claros os cozidos, o qual se atribui um valor financeiro mais alto, os mais escuros de recozidos ou requeimados, o qual se atribui um valor financieiro mais baixo pois variações na coloração e no tamanho, e, logo após, vem os tijolos defeituosos, o qual, cabe ao dono da olaria julgar se podem ser aproveitados para o uso na construção ou não e, caso apareça um comprador disposto a levar as sobras, atribuir um preço por elas.
    GEOMETRIA
    A forma de um tijolo é, normalmente, um prisma rectangular. Os dois planos maiores são chamados base, os dois planos laterais são os lados, e os outros dois, os mais pequenos, são as faces. Geralmente o comprimento da base é duas vezes maior que o comprimento da face (na prática é duas vezes o comprimento da face mais o espaço ocupado pelas juntas). Este tipo de tijolo é chamado tijolo Burro.[2] As suas dimensões típicas são 0,25 x 0,23 x 0,20 x 0,11 x 0,10 x 0,09 x 0,07 m (a altura pode variar).
    Tijolos inteligentes
    Cientistas da Universidade de Illinois, nos EUA, criaram um tipo de tijolo que tem a capacidade de monitorizar de perto, ou melhor, faz parte do elemento monitorizado. O objectivo principal destes tijolos é assegurar a resistência de uma parede, por exemplo. O método de utilização é bastante simples: são colocados vários tijolos, em pontos distintos de um edifício, no meio de tijolos normais; esses tijolos estão ligados a uma rede que depois faz medições de oscilações e possíveis deslocamentos da estrutura. Desta forma pode-se prevenir grandes desastres e prevenir dos efeitos de catástrofes naturais, como por exemplo sismos ou tornados.


A Elegância do Comportamento:

A Elegância do Comportamento:


Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento.
É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza.


É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.
É uma elegância desobrigada.


É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam.
Nas pessoas que escutam mais do que falam.
E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca.


É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas.
Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros.
É possível detectá-la em pessoas pontuais.


Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está.

Oferecer flores é sempre elegante.


É elegante não ficar espaçoso demais.
É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro.
É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais.
É elegante retribuir carinho e solidariedade.

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto.


Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante.
Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.
A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe
de status social: é só pedir licencinha para o nosso lado brucutu, que acha que "com amigo não tem que ter estas frescuras" .
Autora: Martha Medeiros
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Alvin Toffler
Origem: Wikipédia,
Alvin Toffler (3 de Outubro de 1928) é um escritor e futurista norte-americano doutorado em Letras, Leis e Ciência, conhecido pelos seus escritos sobre a revolução digital, a revolução das comunicações e a singularidade tecnológica.
Os seus primeiros trabalhos deram enfoque à tecnologia e seu impacto (através de efeitos como a sobrecarga de informação. Mais tarde centrou-se em examinar a reacção da sociedade e as mudanças que esta sofre. Os seus últimos trabalhos têm abordado o estudo do poder crescente do armamento militar do século XXI, as armas e a proliferação da tecnologia e o capitalismo. Está casado com Heidi Toffler, igualmente uma escritora futurista.
Obras
Alvin Toffler escreveu os livros com a sua esposa Heidi. As suas primeiras obras foram estas até ao momento:

Analise Financeiro Contemporêneos

Hoje gerar valor agregado a um produto ou serviço é o conhecimento por tanto do profissional que consegue de um produto ou serviço simples é que é vistos por outros sem condições de gerar mais renda consegue fazê-lo. Um exemplo disso é o produto de batatas smile da McCain que se for analisado financeiramente é um produto primário que conseguiram subir um mark up incrível só por cortar a batata em forma redonda e carimbar um smile em uma batata crua e congelada. Hoje este produto tem sido um case entre os economistas que serve como exemplo de como criar sobre uma produto simples um valor agregado muito alto.

Outro exemplo é a proposta de tornar o uso de imagem dos modelos profissionais autônomos em marcas (registro no INPI) e com isso transferir uma participação destas marcas para as agências de modelos. As quais podem incluir estas nos seus ativos intangíveis e inclusive gerar receita para as agencias,  alavancando serviços para os modelos.

Como diz Alvin Tofler no seu livro "The 3rd Wave", contemporaneamente o poder mais importante hoje é o conhecimento, e este bem aplicado é o maior ativo que existe atualmente.

 
Patricia Ormart
(Drica Lopez)
assepa@live.com

segunda-feira, 11 de abril de 2011

A Crise segundo Albert Einstein


"Não podemos querer que as coisas mudem, se fazemos sempre o mesmo. A crise é a maior benção que pode acontecer às pessoas e aos países, porque a crise traz progressos. A criatividade nasce da angústia assim como o dia nasce da noite escura. É na crise que nascem os inventos, os descobrimentos e as grandes estratégias. Quem supera a crise, supera a si mesmo, sem ter sido superado.
Quem atribui à crise os seus fracassos e penúrias, violenta o seu próprio talento e respeita mais aos problemas do que as soluções.
A verdadeira crise, é a crise da incompetência. O inconveniente das pessoas e dos países é a dificuldade para encontrar as saídas e as soluções. Sem crises não há desafios, sem desafios a vida é uma rotina, uma lenta agonia. Sem crises não há méritos. É na crise que aflora o melhor de cada um, porque sem crise todo vento é uma carícia. Falar da crise é promovê-la e calar-se na crise é exaltar o conformismo. Em vez disto, trabalhemos duro. Acabemos de uma vez com a única crise ameaçadora, que é a tragédia de não querer lutar para superá-la."

Albert Einstein

Ser Líder – Carta de José Mourinho para os seus jogadores


“Espero que as férias te tenham oferecido o que esperavas e que te tenham ‘recarregado’ as baterias da motivação e da ambição. ‘Ser campeões’ tem de ser sempre o nosso objectivo. Um objectivo diário, uma motivação consistente e permanente, uma luz que tem que guiar o nosso trajecto a partir de agora (…) A nossa relação pessoal, não tenho dúvidas, vai crescer rapidamente e a nossa equipa vai continuar a evoluir. (…) Eu e a Administração acreditamos em ti. É precisamente por isso que aqui estás. (…) Ser titular nunca será uma palavra correcta, porque o equilíbrio qualitativo é enorme. Preciso de todos porque o trabalho é longo e difícil. Todos serão opção e todos serão um contributo para a equipa. Todos precisam uns dos outros. Somos uma EQUIPA. ‘Só há espírito de equipa’, diz o André numa frase que considero fantástica, ‘quando um atleta não convocado está a ver o jogo no camarote e não aceita que alguém critique um colega seu’. Eu acrescento: MOTIVAÇÃO+AMBIÇÃO+ESPÍRITO DE EQUIPA=SUCESSO.”

Tempo de pensar - Tempo de Mudar


Para nós, o papel mais importante do líder empresarial é preparar-se a si próprio e ao seu negócio para crescer. A nossa metodologia assenta em ciclos de 90 dias. Um trimestre é o prazo suficiente grande para conseguirmos implementar algumas mudanças críticas e medir os resultados dessas mudanças. Suficientemente pequeno para sermos flexíveis nos caminho, nas estratégias escolhidas e firmes nos objectivos e no propósito.
Nesta mudança de trimestre é tempo de pensar! Tempo de fazer um balanço. Qual é a nossa situação actual, face aos objectivos e estratégias definidas para o ano? Quais são as mudanças no mercado ou no nosso nicho de mercado?
Que vitórias alcançamos, neste trimestre? O que aprendemos com os sucessos e com os insucessos? Onde estamos mais fortes? E onde estamos mais frágeis? Que novas oportunidades e que novas ameaças? Que riscos devemos minimizar? O que depende de nós, que nos impede de ser o melhor que podemos ser e aproximar do máximo potencial?
Em empresas em dificuldades, algumas perguntas mais fortes e mais específicas, como:
- Existe algo no meu negócio que sabendo o que sei hoje, não faria?
- Que produto ou serviço não oferecia ao mercado, se recomeçasse hoje?
- Que pessoa não contrataria?
- Que banco, fornecedor, prestador de serviço não trabalharia?
- Que outras situações têm que ser reavaliadas, pelos prejuízos, frustração e problemas provocados?
- Que clientes “despeço” com justa causa? Devem negociar com outros, mais adequados às suas necessidades e valores!
Nas respostas às perguntas, se formos brutalmente verdadeiros no diagnóstico e assumirmos a responsabilidade pelo que alcançamos, temos poder. O Poder de pensar em soluções e alternativas e o poder de ter a coragem de mudar, através das decisões que tomamos. O poder da influência e através deste, o poder da liderança, que leva á acção que mude o que for necessário para alcançar os nossos objectivos e o nosso propósito último.
E depois, planeamos as acções, dividimos os 90 dias em 13 semanas. Para cada semana é planeado, pelo menos, uma acção de melhoria. Algo importante e não urgente. E todas as semanas assumimos a responsabilidade…de prestar contas quanto á execução e resultados.
Os tempos são adversos e as soluções, por vezes, são difíceis. Agora, a forma como reagimos, pensamos, decidimos e agimos é uma escolha. Muitos estão “à rasca” porque dizem que não podem escolher. O poder de assumir responsabilidades para mudar, também pode pôr-nos “à rasca”. È necessário coragem para expressar o melhor que há em nós e influenciar pessoas a mudar para elevar a sua vida.

Paulo Mendes
Executive & Business Coach